Quem é Nina
Minha trajetória não começou nos livros, mas na vida.
A jornada do bambu
Eu tinha 18 anos quando fui pela primeira vez numa sessão de terapia. Na frente do psicólogo e contei da minha infância até aquele momento. Ele olhou para mim e falou: "você é muito resiliente". E eu peguei aquela palavra como uma medalha.
Mas na verdade, eu estava sendo resistente ou até mesmo sobrevivente. Aprendi a ser resiliente depois — como o bambu, que passa por fortes ventanias, se curva e depois retorna. O bambu fica quatro anos enraizando antes de crescer. O que parece estagnação pode ser enraizamento.
Fui criada em um contexto de escassez, enfrentei a codependência de frente e precisei aprender a diferença entre resistir e ser resiliente. Hoje, transformo essa jornada em ponte para outras pessoas.
"Onde você caiu, é ali que você vai se desenvolver. Semente não tem pé."
Codependência: quando descobri que tinha nome
Eu sou codependente. E quando eu soube que tudo aquilo que eu sentia tinha um nome, foi um grande alívio. Codependência não é amar demais — é amar sem limite.
Organizava minha vida em função do outro, confundia amor com controle, e nunca me perguntava "o que EU quero?". Fui aprendendo que a culpa não era sinal de erro, muito pelo contrário, era sinal de mudança.
Hoje, falo sobre codependência com profundidade e vulnerabilidade, não de um pedestal, mas do lugar de quem já sentou no chão e decidiu caminhar para além da codependência.
Minha abordagem
Atuo como terapeuta integrativa tendo como pilares dos meus atendimentos, o pensamento sistêmico, abordagem simbólica e analítica, além de saberes ancestrais como a medicina tradicional chinesa.
Todo atendimento visa criar espaços seguros para que cada pessoa encontre as suas próprias respostas. Numa jornada inclusiva e integrativa, a proposta não é eliminar a dor, mas aprender através dela.
O propósito da vida é a própria vida. Não é algo grandioso a ser encontrado lá fora, mas algo simples a ser vivido aqui dentro.
Os pilares do meu trabalho
Visão Sistêmica
Ninguém existe isolado. Cada pessoa carrega uma história familiar e padrões geracionais. Ajudo a encontrar seu lugar no sistema.
Autonomia Emocional
Aprender a se perguntar "o que eu quero?", estabelecer limites saudáveis e parar de organizar a vida em função do outro.
O Feminino Interior
O feminino não é gênero — é um território interior. É sentir antes de pensar, caminhar sem pressa, acordar por dentro.
Propósito Simples
O propósito da vida é a vida. Não é algo grandioso lá fora, mas algo simples aqui dentro. Estar a serviço da vida.
Pronta para começar?
Voltar para si é o primeiro passo. Eu estou aqui para caminhar com você.
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